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Deputado critica declarações de Lula e destaca importância do agronegócio

O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Pedro Lupion, disse que nenhum governo "com o mínimo de responsabilidade" pode ficar contra o agronegócio.

Por GG Notícias

19/05/2023 às 11:32:30 - Atualizado h√°

O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Pedro Lupion, disse que nenhum governo "com o mínimo de responsabilidade" pode ficar contra o agronegócio.

Deputado federal pelo PP do Paraná, Lupion afirmou que as últimas declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, referindo-se aos organizadores da Agrishow como "fascistas" e "mau caracteres", prejudicam "e muito" a aproximação com o setor.

"Cada vez que o presidente Lula ataca a agropecuária nacional, ele se distancia mais do principal setor econômico responsável pelo equilíbrio da balança comercial brasileira e da geração de oportunidade e renda no País", avaliou o deputado.

Na última terça-feira, 16, Lupion foi anfitrião de um almoço oferecido pela FPA para o vice Geraldo Alckmin, que é também ministro da Indústria e Comércio e hoje está como presidente em exercício.

A bancada do agro foi a que mais se empenhou para a abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

A CPI das Invasões de Terras Privadas tem por objetivo investigar quem financia os crimes de invasões e aumentar as penas para quem comete este tipo de ação criminosa que tira a paz dos produtores rurais.

A reforma agrária é uma política pública de Estado, responsável por desapropriar e indenizar os proprietários rurais, sem invasões criminosas ou violência, como presenciamos na Bahia.


"Vários ministros se manifestaram contra as invasões de propriedades privadas. Porque é crime, está previsto na Constituição. Não é boa a mensagem que o governo federal passa quando escala o primeiro time para um evento do MST, promovido com verba pública do Incra, que deveria capitanear o processo de reforma agrária, e não um movimento que se utiliza de práticas atrasadas e violentas. Voltaram 20 anos no tempo e acham que a população vai aceitar esse tipo de crime. Não aceitamos e trabalharemos para assegurar o direito de propriedade dos produtores rurais". Afirmou o Deputado.


Defendemos colocar na lei aquele entendimento do STF sobre as demarcações, inclusive a data de 5 de outubro de 1988, quando foi promulgada a Constituição. Para isso, é fundamental que o Congresso aprove o PL (projeto de lei) 490.

Somos a favor do Marco Temporal para garantir a segurança jurídica de quem compra uma propriedade privada, para que não seja despejado, sem indenização, por se tratar de terra ocupada por indígenas no passado.

Estamos falando de 22% do território nacional. Cidades inteiras que podem virar área indígena da noite para o dia, e o agro perderia todo o destaque e pujança que tem hoje.

Não somos contrários aos direitos indígenas, mas o Estado não pode retirar o direito de quem paga por suas propriedades nos dias atuais.

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